Coisas que não veremos mais
Na última sessão de câmara, assistimos a algumas preciosidades ditas por lá. Dessa vez a taça coube à vereadora Débora.
Na sua fala, lá pelas tantas saiu-se com essa "...vereador não faz nada!". Ela estava se referindo às reclamações de munícipes, que geralmente pedem a vários camaristas as mesmas coisas, pois é a prefeitura quem tem os meios para a execução.
Outra pérola que saiu do consciente dela, mencionando o famoso grupo formado pelas cidades do Alto Tietê: "...o consórcio trabalha sem lucro...ele é para servir aos municípios... a empresa trabalha sem lucro..."
Acreditam? O Natal está chegando com seu trenó aéreo puxado por renas...
Pega ladrão!... Pega ladrão!....
Na década de 60, ao ouvir o alarme as pessoas interrompiam o andar na rua indignadas: Olhavam no sentido donde vinha o grito e a rua inteira corria atrás do fugitivo (aquele lá adiante, correndo na frente de todo mundo. Aquele deveria ser o ladrão). Depois de uma breve corrida, o homem suado, esbaforido, ofegante, acabava sendo preso, ou espancado ali mesmo, para aprender a não ser ladrão.
Quando a polícia aparecia (sempre aparecia depois), o delegado mandava “recolher aos costumes”. Não havia na época nenhuma representação dos "Direitos dos Manos", e talvez por isso, nunca