Pega ladrão!... Pega ladrão!....
Na década de 60, ao ouvir o alarme as pessoas interrompiam o andar na rua indignadas: Olhavam no sentido donde vinha o grito e a rua inteira corria atrás do fugitivo (aquele lá adiante, correndo na frente de todo mundo. Aquele deveria ser o ladrão). Depois de uma breve corrida, o homem suado, esbaforido, ofegante, acabava sendo preso, ou espancado ali mesmo, para aprender a não ser ladrão.
Quando a polícia aparecia (sempre aparecia depois), o delegado mandava “recolher aos costumes”. Não havia na época nenhuma representação dos "Direitos dos Manos", e talvez por isso, nunca
quarta-feira, 6 de maio de 2026
terça-feira, 28 de abril de 2026
Só o Blog percebeu?...
Está deixando a desejar o formato das transmissões da Câmara Municipal. Fica claro que o público online não consegue ver o que se mostra no chamado telão, no entanto, perdura um espaço inútil, subaproveitado, na parte inferior direita na produção do vídeo.
É de se esperar que com tudo que o dito legislativo gasta, será fácil transpor esse óbice.
Ora na ferradura, ora no prego…
Ontem foi posto em votação um projeto enviado pelo alcaide que pretendia disponibilizar R$ 3.000.000,00 (três milhões) a serem usados na mudança de estrutura escolar municipal. Pretendia-se parceria com uma OSCIP - Organização Social Civil de Interesse Público (Os vereadores dizem “óscip”, porém a pronúncia é ÔS-CÍ-PE).
De acordo com o que se falou em tribuna, a finalidade do projeto seria retirar atribuições atuais dos professores e colocar, no lugar, pessoas como auxiliares em classes com alunos portadores de alguma deficiência.
A vereadora Débora deitou carga, falando que apesar de o projeto não ser ilegal, assunto atinente já havia sido discutido em novembro passado, com uma moção assinada por todos os edis, inclusive. Que estava fora de questão a aprovação do PL, e que seria coerente e lógico haver a recusa por unanimidade. E assim foi: todos votaram contra, dessa vez com louvor.
segunda-feira, 27 de abril de 2026
sexta-feira, 24 de abril de 2026
Acredito que seja eu um dos últimos remanescentes do antigo Centro
No dia 27 de maio de 2025 deu-se a comemoração dos setenta e quatro anos da inauguração do Centro Espírita Humildade na atual Rua Braz Torraga. Houve descerramento de placas com as efígies dos fundadores.
Em 1965, quando comecei a frequentar o Centro, eu tinha lá meus 17 anos (hoje estou com 78…), e o que me trouxe foi uma série de eventos:
Na época, eram poucos os aparelhos de televisão na cidade; então íamos assistir aos programas em algumas casas, disponibilizadas gentilmente por seus moradores.
Um desses locais era a residência do sr. Pedro Candelária. Na sua sala de estar havia uma mesa com livros propositalmente arrumados. Um desses livros era o “O Livro dos Espíritos”, edição de 1943, que eu despretensiosamente passava os olhos, enquanto a gurizada assistia aos seriados da época.
quinta-feira, 23 de abril de 2026
O salário do vereador de Salé é de R$ 6.588,00
Ser vereador hoje é meio de vida confortável, que ascende à classe média e proporciona relevante aumento patrimonial ...
Nos idos passados, o vereador não era remunerado. Sua função baseava-se na alta relevância pública e sua existência visava ao bem-estar do município, somente. Depois a coisa virou política de interesse e passou a ser atividade lucrativa, sendo que os acordos visando a aumentos de vencimento passaram a ser, em maioria, discutidos em gabinetes fechados e votados em sessões extraordinárias, em datas adrede escolhidas, com pouca transparência aos munícipes.
Anos atrás, tanto o jornal “A Notícia” quanto o blog “Anotiprime” noticiaram as várias discussões ocorridas na Câmara Municipal à respeito de alterações na pecúnia dos vereadores, que no trato republicano tem o designativo de subsídio.
As deliberações sobre o assunto salarial viraram método, e hoje os camaristas levam 13º salário e abono de 1/3 durante as férias de meio de ano, a que chamam de recesso legislativo…
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Um deputado do Amazonas propôs uma PEC que transformaria vereador em conselheiro. A proposta seria válida para municípios com até 30 mil habitantes (o que incluiria a “Terra de encantos mil...”)
Esse deputado, de nome Amorim Mandel, disparou em plenário que “vereador e merda são a mesma coisa”, e foi além ao dizer que “deputado federal é o mesmo que vereador”.Veja AQUI,
Muita gente pode concordar em tudo com o tal Mandel, mas informo que não concordo...Reza a lógica que a tal PEC não tem chance alguma de vingar, no entanto deixou no ar aquele cheiro característico de unto vencido...
segunda-feira, 20 de abril de 2026
A política de Bertaiolli..
Você sabia que em 2022 o ex-deputado federal mogiano Marco Bertaiolli foi reeleito com a ajuda de 1.748 votos de Salesópolis.Empossado, Bertaiolli pouco ficou no cargo, pois foi generosamente guindado a Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, uma benesse vitalícia, frise-se?
Para a cadeira do kassabista assentou seu suplente, um tal de Saulo Pedroso, ex-prefeito de Atibaia, que garimpou insignificantes 10 (dez) votos por aqui (incrível que houve quem votou nele).
Conclusão: o salesopolitano jogou 1.748 votos na lata do lixo.
O governador foi Tarcísio...
domingo, 19 de abril de 2026
sábado, 18 de abril de 2026
A Vereadora e o Maomé
A camarista Débora Rodrigues queixou-se em tribuna do tratamento a que vem sendo alvo nas redes sociais (Ah!, essas redes marotas…).
Tudo começou, provavelmente, depois de ela participar da queda de um projeto de visava ao bem-comum da população.
No parlatório, Débora disse não admitir ser criticada na forma de figurinhas (charges), principalmente as que a mostravam com um excesso de gordura corporal. Falou que não se considera obesa e que tais alusões beiravam à misoginia (termo muito em voga atualmente).
quinta-feira, 16 de abril de 2026
Fome e foros de poder…
Não sei quem foi o presidente de cuja cabeça saiu a idéia personalística dessa placa.
O dístico deveria ser “Câmara Municipal de Salesópolis”, casa do povo, fiscalizadora de atos pouco louváveis perpetrados por prefeitos da hora.
O fator legislativo é o que menos deveria importar numa Câmara, visto que a cada lei que os supostos legisladores aprovam, via de regra a qualidade de vida dos moradores do município tende a piorar.

