Ora na ferradura, ora no prego…
Ontem foi posto em votação um projeto enviado pelo alcaide que pretendia disponibilizar R$ 3.000.000,00 (três milhões) a serem usados na mudança de estrutura escolar municipal. Pretendia-se parceria com uma OSCIP - Organização Social Civil de Interesse Público (Os vereadores dizem “óscip”, porém a pronúncia é ÔS-CÍ-PE).
De acordo com o que se falou em tribuna, a finalidade do projeto seria retirar atribuições atuais dos professores e colocar, no lugar, pessoas como auxiliares em classes com alunos portadores de alguma deficiência.
A vereadora Débora deitou carga, falando que apesar de o projeto não ser ilegal, assunto atinente já havia sido discutido em novembro passado, com uma moção assinada por todos os edis, inclusive. Que estava fora de questão a aprovação do PL, e que seria coerente e lógico haver a recusa por unanimidade. E assim foi: todos votaram contra, dessa vez com louvor.
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